domingo, 14 de fevereiro de 2016

Dublin


Decisão de momento, Dublin acabou por ser a cidade escolhida para passar o ano ou, melhor dizendo, a passagem do ano acabou por ser um pretexto para se ir conhecer Dublin.


Desta vez a preparação da viagem foi um pouco diferente com um grupo de 10, dos 8 aos 50 anos, a exigir uma outra forma de planeamento. No mapa de Dublin assinalaram-se três roteiros, o dos monumentos e locais a visitar, o das compras e o dos bares e restaurantes. Apesar de alguns desvios no percurso e alguns percalços na viagem não é que tudo resultou muito bem?

Supostamente a chegar ao princípio da tarde a Dublin fomos arrastados pelo vento para Shannon a cerca de 200 Km da capital. A ida para Dublin fez-se de autocarro e as 3 horas de viagem foram, definitivamente, para esquecer.

No entanto, os dias que se seguiram são para recordar...

Foi em Dublin que a história da Irlanda aconteceu. As invasões vikings e normandas, o domínio do império britânico, a grande fome em 1845, as lutas e as revoltas populares pela independência, a divisão do país, a liberdade e a independência.

Um povo reflete as características do local onde vive e a história do seu país. Os irlandeses honram a sua herança no seu carácter resiliente, lutador, no entanto, afável e hospitaleiro.

Dublin é, desde sempre, o centro do país em todas as vertentes, histórica, cultural, económica, industrial e educacional e está considerada no ranking das 30 cidades mais globalizadas do mundo. Uma prova que “tamanho não é documento”.

A cidade não é muito grande e as distâncias entre os locais fazem-se muito bem a pé. Entre nuvens, alguma chuva e frio o ponto de partida foi a O'Connell’s Street Lower, junto à Spire, a lança de metal que ocupa o lugar onde em 1809 foi erigido um monumento em honra de Lord Nelson. Apesar de o Dublinenses não quererem um herói inglês numa das suas ruas mais emblemáticas, a Spire ainda não os conquistou totalmente. De gosto duvidoso, dizem alguns...




Atravessámos o rio Liffley para a zona de Temple Bar pela Há’ PennyBridge, assim chamada por antigamente se pagar uma portagem de meio centavo para lá se passar. É uma ponte pedestre feita em ferro cuja construção data de 1816. Estima-se que, diariamente, passem por ela uma média de 25.000 pessoas.



A moda dos cadeados do amor chegou a Dublin e as autoridades já pedem às pessoas para evitar essas “manifestações de afeto” porque o peso dos cadeados danifica a estrutura da ponte. Só em 2013 foram retirados cerca de 300 kgs em cadeados.




Temple Bar. O centro da vida noturna da cidade. Os seus bares são famosos, pelo ambiente, o qual será sempre discutível, pela cerveja e pela música popular irlandesa que nos faz bater o pé e querer dançar como os "Riverdance”.

Ainda cedo para bebidas...



...  mas com tempo para um pouco de história e cultura…

Castelo de Dublin - Dublin Castle - Caisleán Bhaile Átha Cliath (em gaélico).



Lugar estratégico, o primeiro senhor da Irlanda, o Rei João, construiu aqui uma pequena fortificação para defender a cidade depois da invasão dos normandos. O castelo, em si, data do século XVIII e foi utilizado como sede defensiva pelos governos ingleses e foi palco de lutas separatistas pela independência da irlanda. 



Oficialmente e simbolicamente entregue aos irlandeses em 1922, durante a instauração do Estado Livre Irlandês o castelo é, atualmente, um complexo governamental albergando vários gabinetes ministeriais e é usado para hospedar visitas de estado para banquetes oficiais. Algumas das salas estão abertas ao público.




Perto do Castelo a Chester Beaty Library. Um espaço onde se pode admirar uma das mais ricas e únicas coleções privadas de manuscritos, textos antigos, livros e outros artigos representativos de uma herança cultural, religiosa e secular desde 2700 a.c. até ao século XX. 



Preparados para a parte lúdica do passeio fomos conhecer os primórdios da história de Dublin desde o tempo da chegada dos Vikings à ilha. A diversão não era só para os mais novos e os adultos também de divertiram na Dublinia, uma exposição interativa que retrata cenas da vida quotidiana de Dublin ao longo dos séculos.



A entrada (o bilhete combinado Dublinia + Christ Church fica mais barato) incluía também a visita à mais antiga catedral da Irlanda à qual se acede diretamente e assim se evitam as filas. Christ Church foi fundada no ano 1038 por um rei Viking






Da visita destaca-se a enorme cripta que contém diversos objetos históricos mas que vale por si só.





Outras das mais antigas catedrais e a maior da Irlanda é a que é dedicada ao seu Santo Padroeiro Saint Patrick.




Testemunha de momentos cruciais de história irlandesa recebeu visitantes ilustres como Cromwell, Guilhermo de Orange, Rainha Vitória, entre outros. Um dos Deões da igreja foi Jonathan Swift que ficou conhecido pela suas “As viagens de Gulliver”.



Saint Stephen's Green é o local para as comemorações de final do ano. Ao fim da tarde nos dias 29, 30 e 31, espetáculos de luz e de som contam a história da cidade.




No dia 31, às 19H00,  uma processão de velas antecede o desfile que marca o adeus ao ano que passou. O tema do desfile é o foclore irlandês e a influência de outras culturas na Irlanda. em que os participantes com trajes coloridos recriam figuras imaginárias e exageradas numa coreografia que pretende apelar ao mundo mágico da tradição irlandesa.



A animação na zona do Temple Bar nas primeiras horas de 2016.



Ao contrário de muitas outras cidades Dublin, no primeiro dia do ano, manteve as portas dos seus monumentos e de outros locais abertas aos turistas. O tempo é que não esteve do lado de quem andava a passear e a chuva e o frio não foram nada simpáticos.

O dia 1 foi escolhido para se conhecer um dos locais mais importantes, não só da história da cidade, como de toda a Irlanda. No entanto, sem reserva prévia a visita à Prisão de Kilmainham ficou adiada para o fim da tarde e, assim, partimos para conhecer a história da cerveja Guiness.

Se vos disserem que o percurso entre a prisão e a Guiness Store House se faz em 15 minutos… não acreditem. São cerca de 30 minutos e a andar depressa, o que não custaria se não estivesse a chover copiosamente.



Guiness Store HouseMuseu da cerveja Guiness - em St. James Gate. Em sete andares ficamos a conhecer a história de uma das cervejas mais conhecidas e apreciadas do mundo, desde os ingredientes utilizados, a forma de produção, até aos anúncios publicitários ao longo dos anos. Fala-se da vida do fundador deste império até aos números astronómicos da quantidade de garrafas produzidas. No último andar com vista sobre a cidade saboreámos uma Guiness


Por fim a tão esperada visita à prisão, já ao anoitecer.

Prisão de Kilmainham – Kilmainham Gaol – Príosún Chill Mhaighneann 

Vários nomes para designar um dos locais mais fascinantes de Dublin.



O próprio edifício por si só já impressiona. Uma fortaleza construída em 1796, uma prisão modelo, que acabou por ser o inferno para quem lá passou.








O céu negro e chuvoso, o amarelo mortiço das lâmpadas que iluminavam os corredores estreitos com a tinta a descascar, as portas de ferro das pequenas celas escuras e a explicação bem sentida do guia, transportaram-nos uma autêntica viagem ao tempo.



Inicialmente destinada a prisioneiros políticos a prisão depressa se encheu com gente de todo o tipo, homens, mulheres e, também, crianças em que, por vezes, o único crime era terem roubado pão para comer. 





As celas diminutas estavam sobrelotadas. 10 pessoas chegavam a partilhar poucos metros quadrados. Os prisioneiros dormiam nos corredores em cima de palha. A mortalidade entre os prisioneiros era elevada, se não morriam dos castigos físicos a que eram sujeitos (o mais usual era o chicote) a doença e o frio acabavam com os mais frágeis.



Aqui estiveram presos, alguns foram executados, muitos daqueles que lutaram contra o domínio inglês na Irlanda, durante mais de 100 anos.

No pátio da prisão, Stonebreaker’s Yard, uma cruz assinala o local onde os 14 líderes da rebelião de 1916, também conhecida pela revolta da Páscoa, foram fuzilados.

Este lugar viveu muitas histórias e uma das mais marcantes foi a protagonizada por Joseph Plunkett e Grace Gifford. Ela era uma jovem artista e ele um professor. Estavam de casamento marcado para o dia em que a insurreição  começou. Joseph identificado como um dos líderes da rebelão foi preso e condenado à morte mas Grace ainda conseguiu autorização para que eles se casassem na capela da prisão. Conta-se que quando lhe perguntaram sobre o que tinham conversado, nos breves 10 minutos em os deixaram estar sozinhos após o casamento, ela respondeu que com tanto para falarem durante uma vida apenas lhes restou ficar em silêncio…!

Grace Gifford foi presa em 1923 durante a Guerra Civil e na cela onde esteve durante 3 meses pode-se ver uma imagem da Madonna e Criança pintada por ela. Grace morreu em 1955 e não tornou a casar.



Durante a Guerra Civil que se seguiu à assinatura do tratado que criou o Estado Livre da Irlanda, mas que dividia o país – 26 condados ficavam livres e 6 condados continuavam sob o jugo inglês, Kilmainham Gaol foi local de execuções sumárias dos republicanos que estavam contra o acordo. O governo deste novo Estado governou a Irlanda com pulso de ferro e durante os anos em que durou o conflito foram executadas mais pessoas aqui do que durante os 120 anos anteriores sob o domínio inglês.

O último prisioneiro em Kilmainham Gaol foi Eamonn de Valera, um dos líderes da guerra civil 1922 -1923 contra o tratado e membro fundadora do Sinn Féin. Foi o 3º Presidente da Irlanda.



Ainda com estas histórias no espírito voltamos à cidade.

O dia seguinte amanheceu com um pouco mais de luz  que convidava ao passeio. 

Estátua de James Joyce, na Talbot Street com a O'Connell Street Lower, junto à Spire. Por toda a cidade se evoca a tradição literária e existem referências aos grandes escritores irlandeses. Bram Stoker, Samuel Beckett, George Bernard Shaw, W.B. Yeats, C.S. Lewis, Seamus Heaney, Jonatha Swift, Oscar Wilde... Recomenda-se uma visita ao Museu dos Escritores Irlandeses.



Rumámos a Este pelo passeio construído ao longo do rio - Eden Quay.


Uns metros adiante um majestoso edifício chama a atenção. Construído entre 1781 e 1791 é uma obra-prima do neoclassicismo europeu e um dos símbolos do domínio britânico da cidade. Albergou inicialmente a alfândega inglesa mas no início do século XX quando o porto de Dublin avançou mais para jusante deixou de servir o seu propósito e foi vetado ao abandono. Em 1921 durante a guerra de independência da Irlanda o IRA incendiou-o numa manifestação contra os ingleses. Foi mais tarde reconstruído e hoje na Custom House funciona o Ministério do meio-Ambiente, Patrimônio e Governo Local o que parece ser uma incongruência com aquilo que se vê na parte que dá para o rio... sem-abrigos e muito lixo.




Na Custom House Quays um conjunto de esculturas representando figuras esquálidas recordam um dos períodos mais negros da história irlandesa. 



A Grande Fome de 1845-1849 – An Gorta Mór (em gaêlico) que assolou a Irlanda foi considerada a maior catástrofe demográfica a atingir a Europa entre a Guerra dos Trinta Anos e Primeira Guerra Mundial. Milhões de irlandeses morreram de fome e outros tantos foram obrigados a emigrar.



No princípio do século XIX a maior parte das terras da Irlanda pertenciam a ingleses e a umas poucas famílias irlandesas que viviam em Inglaterra. As grandes propriedades divididas em parcelas (para ser mais rentável) eram arrendadas a preços demasiado altos a pequenos agricultores que não conseguindo subsistir de outra forma plantavam o que dava melhor naquela terra e era mais barato, que era a batata. Cerca de um terço da terra arável da irlanda era utilizada no seu cultivo. Prenúncio de uma tragédia, a Europa foi atingida por uma praga que destruiu as safras de batata. Rapidamente a situação se alastrou à Irlanda com consequências bem graves para uma população que sem meios para conseguir outro tipo de alimento fez da batata a base da sua alimentação. 

A grande ironia reside no facto de que isto aconteceu num país que fazia parte do “mais rico império do planeta” e que durante o tempo em que os irlandeses morriam de fome a Irlanda exportava carne, ovos e farinha para Inglaterra.



Ambas as margens do rio têm vindo a ser reabilitadas ao longo dos anos e a antiga zona portuária quase abandonada e muito degradada transformou-se em local de passeio e numa zona habitacional privilegiada.






O modernismo e inovação da Ponte Samuel Beckett - Samuel Beckett Bridge uma obra de Santiago Calatrava.




Une as margens do Liffey, do Quay Sir John Rogerson do lado sul do rio para Guild Street e North Wall Quay, na área de Docklands. O formato do mastro lembra uma harpa um dos símbolos da Irlanda. O seu mecanismo de rotação permite que a ponte se mova para permitir a passagem de navios.



Já na margem esquerda do rio, nas Docklands.



O projeto de modernização de toda esta área incluiu a construção de uma das obras mais modernas e icónicas de Dublin. O Bord Gais Energy Theatre cujo auditório tem capacidade para 2.111 pessoas.



O século XVIII marcou uma época de relativa prosperidade e as casas Georgianas de Dublin - Terraced Houses, (assim chamadas pela entrada ser mais elevada que o passeio) são um testemunho dos esforços da pequena burguesia de Dublin em transformar a cidade numa das mais elegantes da Europa.



Como a maioria destas casas não tem jardim era construído um parque (gradeado) para os moradores do quarteirão.



De construção elegante, com varandas em ferro forjado e portas coloridas são hoje um dos cartões postais mais conhecidos de Dublin.





Reza a história que quando a Rainha Vitória enviuvou ordenou que todas as casas ostentassem um pano preto na entrada. O carácter rebelde dos irlandeses levou-os a pintar as portas das suas casas com cores alegres.

Outra história, esta menos rebelde, conta que foram as mulheres de Dublin que decidiram pintar as portas das casas com cores diferentes para que, quando os seus homens regressassem dos bares com o sentido de orientação toldado pela cerveja não se enganassem na porta…



Merrion Square Park foi outrora um parque privado para os residentes de uma das zonas mais aristocráticas de Dublin e onde viveram figuras conhecidas como WB Yeats, Daniel O’Connell ou Oscar Wilde, cuja estátua é ponto de romaria para os seus admiradores (eu inclusive…).





Perto do jardim dois dos mais importantes museus de Dublin (e gratuitos), The National Gallery of Ireland - Galeria Nacional e o National History Museum - Museu de História Natural.

Trinity College a universidade de Dublin e a mais antiga da Irlanda. Foi fundada no século XVI pela Rainha Isabel I de Inglaterra, num antigo mosteiro. 



Situa-se em College Green em frente às antigas casas do Parlamento – Houses of Parliament..



Os edifícios da universidade. 






Old Library deverá ser paragem obrigatória para visitar a sala principal da biblioteca e ver a mais antiga harpa da Irlanda e o famoso Book of Kells um manuscrito único, obra de monges celtas do ano 800 DC

Um dos "azares"... A biblioteca encerra durante as férias de Natal.



Num dos pátios do complexo universitário um enorme globo dourado. "A Sphere within a sphere" não vos lembra a estrela da morte da "A guerra das Estrelas"? Exato...dizem que tanto esta esfera como a sala principal da biblioteca serviram de inspiração para alguns cenários do filme.



No Trinity College estudaram grandes nomes da cultura irlandesa.

Saint Stephen’s Green o maior parque público de Dublin. No centro da cidade e colado a uma das zonas comerciais mais movimentadas da cidade acaba por ser o local escolhido para os passeios de fim de tarde.




Em frente ao parque uma das ruas das “compras” Grafton Street uma rua moderna, movimentada e com boas possibilidades de nos fazer gastar dinheiro.



O interior do Centro Comercial em Saint's Stephens.



Numa das ruas laterais do parque um Museu que, em apenas quatro salas, nos conta a história da cidade de Dublin desde 1900 até à atualidade. Little Museum of Dublin.


A coleção do museu é composta, sobretudo por fotografias, cartas, postais, objetos de uso pessoal de época, anúncios publicitários, desde os anos 1900 a 2000. Todo o espólio foi doado por particulares.

A visita ao museu dá-nos a oportunidade de conhecer o interior de uma casa Georgiana.



Uma das salas inteiramente dedicada aos U2.



O tempo ainda nos permitiu ir ao “The Old Jameson Distillery”. Não se conseguiram bilhetes para a visita guiada mas ficámo-nos por uma bebida. Para quem aprecia o género valerá a pena conhecer mais um pouco deste whisky irlandês.


Depois da tempestade vem a bonança e após uma noite de tormenta “à séria” Dublin acordou com um sol esplendoroso. Perfeito para tirar umas últimas fotos e ficar com uma recordação de cidade com outra luz.

Monumento a Daniel O'Connell líder nacionalista do século XIX, na O'Connell Street Lower,  frente à ponte com o mesmo nome.






O que achámos de Dublin? 

S.A. - "... gostei imenso. Superou as minhas expetativas. Quanto ao tempo tivemos imensa sorte..."

F.A. - "...uma cidade simples, acessos fáceis para grandes caminhadas mas respira cerveja e áreas comerciais. O que gostei mais foi da visita à Prisão, o resto q.b...."


C.A. - "...bons acessos aos estabelecimentos que vendem Guiness. Confesso que a minha expetativa em relação à cidade era muito baixa, razão pela qual não fiquei desanpotado. Pela positiva, os companheiros de viagem. Para mim, é sem dúvida das capitais europeia que eu conheço, a mais fraquinha!"


J.F. - ".Uma cidade é um conjunto de...habitações, monumentos, serviços, ruas, avenidas, pontes, restaurantes, bares, etc... e a verdade é que Dublin, como seria de esperar tem tudo isso. Vendo bem, até deve ter mais bares do que o resto que referi atrás e essa é uma das caraterísticas únicas desta cidade, os seus típicos pubs e já agora a sua fanmosa cerveja (a Guiness) e o seu famoso Whisky (Jameson).
Mas o que realmente dá encanto a esta cidade são as pessoas!
As pessoas e a emoção que colocam quando falam connosco, quando falam delas, da sua história... e como elas falam da sua história!!!
Visitar a prisão de Kilmainham com um guia foi uma das experiências mais fantásticas que já experimentei... Um momento em que a palavra "sentir" passou a ter um significado muito mais forte. Visitem Dublin e garanto-vos que mais que uma cidade é uma experiência sensorial!"

P.B. - "Os irlandeses são afáveis e simpáticos, uma maneira de ser um pouco parecida com os portugueses. Dublin é uma cidade interessante, visita-se bem em apenas 4 dias e como é uma cidade relativamente pequena anda-se bem a pé. Gostei muito da comida típica irlandesa e ainda mais da cerveja, Guiness, claro está!"


A.P.- "Gostei muito de Dublin. Todos os monumentos e lugares contam um pouquinho da história da cidade e da Irlanda. Dublin é uma cidade cosmopolita e saindo do seu centro histórico surpreendemo-nos com a modernidade e vanguardismo de algumas zonas. Os bares dão-lhe uma faceta boémia muito caraterística. Come-se bem e bebe-se ainda melhor! O ponto alto da viagem?...A visita à prisão!


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E vocês conhecem DUBLIN? O que acharam da cidade?

6 comentários:

  1. Belo trabalho. A tua paixão pela fotografia, pela história e pelas viagens sente-se facilmente quando se visita este teu cantinho.
    Já estou a aguardar pela última viagem.
    Parabéns!!!!
    Bjs
    F.Rocha

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    1. Obrigada amigo pelo teu comentário! O objetivo deste espaço é a partilha e é muito gratificante ter feedback de quem por aqui anda...principalmente de alguém "pró" em fotografia e em viagens, como é o teu caso. :-)

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  2. O blog é fantástico!!
    Fiquei deslumbrada com as fotos e a descrição dos locais, faz-nos viajar consigo.

    Apenas uma pequena sugestão - compreendo o conceito de "uma viagem, um post", no entanto torna-se um pouco extenso para ler de uma vez. Alguma vez considerou um post por cada dia de viagem? Obviamente é uma opinião pessoal, qualquer que seja o formato vou continuar a segui-la!

    Parabéns por um trabalho excelente.
    Carla

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    1. Carla MUITO OBRIGADA pelo seu comentário e por passear por estas praias.
      Tem razão...também acho que este post, em particular ficou um pouco extenso. Vou ter em atenção e refrear um pouco este entusiasmo em querer contar tudo de uma só vez :-)
      Até breve!

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  3. Que reportagem ! Quando visitar Dublin, vou levar este roteiro !

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    1. Sem expetativas Dublin acabou por se revelar uma ótima opção. Gostei muito! E tu também vais gostar. depois passo-te toda a informação.

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